A minha prática visual opera no limite tátil entre a representação e a apropriação material. Navegando pelas ruas da metrópole e pelo ambiente digital, investigo a estética da resiliência, a memória dos objetos marginalizados e o inconsciente coletivo. O processo que você vê documentado aqui evolui de experimentações algorítmicas e fotográficas para a fisicalidade visceral da Arte Povera, transformando sucata urbana e resíduos do cotidiano em dispositivos poéticos e documentos do presente.
My visual practice operates on the tactile boundary between representation and material appropriation. Navigating through the city streets and the digital environment, I investigate the aesthetics of resilience, the memory of marginalized objects, and the collective unconscious. The process documented here evolves from algorithmic and photographic experiments to the visceral physicality of Arte Povera, transforming urban scrap and everyday residue into poetic devices and documents of the present.